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Apoios


Obrigado por Apoiar

Os custos dos serviços prestados e atividades desenvolvidas por esta Instituição, que se preza pela inovação, qualidade e rigor, são bastante elevados. Só tem sido possível mantê-los com a colaboração voluntária de técnicos de diferentes áreas especializadas e o apoio financeiro de entidades públicas e privadas, de que se destacam:

  • Alves Ribeiro Construção;
  • Associação D. Pedro V;
  • Banco Alimentar;
  • Carlos Pinto de Abreu e Associados – Sociedade de Advogados RL;
  • Fundação Calouste de Gulbenkian;
  • Fundação Millenium BCP;
  • Juntas de Freguesia Alcântara, Ajuda e Belém;
  • Rotary Club do Lumiar e de Belém;
  • Santa Casa da Misericórdia de Lisboa;
  • UAO – Empresa de entretenimento e espetáculos;
  • VdA - Vieira de Almeida - Sociedade de Advogados;
  • Vila Galé Hotéis.

 

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Formação

A formação integra um dos objetivos do Centro Doutor João dos Santos – Casa da Praia, tanto a nível interno como externo.

Formação Interna

Tem como principal objetivo a formação contínua da equipa técnica, dotando os seus membros de uma maior capacidade técnico-científica, de maior qualidade interventiva e competência profissional. Concretiza-se através de:

  • Seminários de supervisão e orientação psicopedagógica e de intervenção nas famílias;
  • Sessões temáticas;
  • Participação em ações organizadas por outras entidades ou colaboradores da Instituição.

Formação Externa

Para além da prática de divulgação que se desenvolve, a Casa da Praia colabora também na formação de técnicos que intervêm junto de crianças e famílias.  Abrange:

Estágios

A Casa da Praia tem assegurado estágios anuais a alunos de:

  • Mestrado em Psicologia - a Faculdade de Psicologia de Lisboa e Instituto Superior de Psicologia Aplicada;
  • Mestrado e licenciaturas em Reabilitação Psicomotora – Faculdade de Motricidade Humana;
  • Licenciatura em Serviço Social – Universidade Católica de Lisboa e Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.

E ainda:

  • Estágios trimestrais a médicos internos da Especialidade em Pedopsiquiatria do Hospital de D. Estefânia

Organização de Encontros Científicos

Organizam-se periodicamente encontros e seminários de carácter técnico-científico numa perspetiva transdisciplinar e interinstitucional, com o objetivo de refletir, partilhar e alargar o conhecimento no campo da intervenção junto de crianças e famílias. 


Encontro na Fundação Calouste Gulbenkian (2013)


Visitas à Instituição

A Instituição dá resposta a pedidos de visita de carácter profissional ou académico e de consulta de documentação, a nível nacional e internacional.

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Comunidade

É necessário analisar a situação desde as  suas raízes  históricas e culturais, humanas e tecnológicas. É necessário fazer participar os pais e os técnicos, a família e as comunidades,  na organização e suporte das instituições. (J. Santos, 1982)


Articulação com a comunidade

O apoio às famílias e crianças implica um trabalho regular com os técnicos e outras estruturas da comunidade local, envolvidos na intervenção. São  parceiros privilegiados:

  • Escolas e Jardins de Infância da rede pública e privada;
  • Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco – Lisboa Ocidental;
  • Equipa de Apoio aos Tribunais de Lisboa;
  • Santa Casa da Misericórdia de Lisboa;
  • Centros de Saúde de Alcântara e Ajuda;
  • Fundação Nossa Srª do Bom Sucesso;
  • Departamento de Pedopsiquiatria dos Hospitais de São Francisco Xavier e de Hospital D. Estefânia;
  • Casa Pia de Lisboa;
  • Juntas de Freguesia de Alcântara, Ajuda e Belém;
  • Centro Paroquial de Sta Maria de Belém e de Alcântara.
Representação em entidades ou organismos

A Instituição tem estado representada:

  • Na Rede Social de Lisboa (desde a sua constituição em 2008);
  • Na Comissão Social da Freguesia de Alcântara (desde a sua constituição em 2013);
  • Na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens – Lisboa Ocidental (de 2001 a 2012);
  • No Fórum dos direitos da Criança (de  2012 a 2014).
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Apoio à criança

A criança precisa de ter Espaço para descobrir e se descobrir, para se ver o espelho, no Outro, nos outros, para que alguém lhe possa estender as mãos, para que ela receba a mensagem da cultura, (...) possa adquirir sabedoria, para que possa ter um nome, pôr nomes e criar OBRA... (J. Santos, 1983).


É com base nos princípios da pedagogia terapêutica e numa perspetiva psicodinâmica que se elaboram as respostas adequadas a cada criança.

Após discussão e avaliação dos dados recolhidos, junto da criança, da família e da escola, é definido em equipa o projeto de intervenção. Normalmente efetiva-se através de:

Apoio Direto

  • Apoio pedagógico-terapêutico, em pequeno grupo, sob orientação de professor ou educador especializados em articulação com o técnico de psicomotricidade tendo, ainda, como recursos complementares os ateliers de expressão plástica, de expressão pela arte e de terapias expressivas;
  • Apoio pedagógico-terapêutico individual, em situações excecionais;
  • Apoio psicoterapêutico em casos devidamente justificados;
  • Apoio psicomotor individualizado;
  • Consultas por médico pedopsiquiatra.

Apoio Indireto

  • Articulação com as escolas, Jardins de Infância e outras Instituições para aferir formas de colaboração e avaliação de resultados;
  • Sessões periódicas individuais ou em grupo, com pais ou encarregados de educação, implicando-os no trabalho desenvolvido ou a desenvolver com a criança.

Encaminhamento

Os casos avaliados sem resposta na instituição ou para parecer são orientados para outros serviços ou instituições.

Consultadoria e Pareceres técnicos 

A Casa da Praia tem vindo a consolidar esta modalidade de resposta, com o propósito de corresponder às solicitações que lhe são dirigidas, sobretudo por parte de instituições ou técnicos de outras áreas geográficas. Esta resposta contempla:

  • Análise e discussão de casos, para parecer e/ ou orientação da intervenção;
  • Avaliação psicopedagógica de crianças (5 – 12 anos) em situações de caráter urgente;
  • Reflexão sobre estratégias e metodologias de intervenção.

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Apoio à Família

Ajudar a criança é ajudar a família de onde ela provém. Uma criança  não se pensa isoladamente, ela é sempre fruto de tudo aquilo que e de quem a envolve.

Os fatores que subjazem às crianças sinalizadas são, na sua maioria, resultado direto de importantes e repetidas fragilidades familiares com risco de perpetuação transgeracional. Intervir, pois, junto da família é uma possibilidade de quebrar ciclos, evitando situações extremas, como o recurso à institucionalização.

O sucesso da intervenção junto das famílias exige, por parte dos técnicos disponibilidade para as acolher ouvir e entender na sua linguagem e experiência, numa atitude de compreensão sem julgamento. 


A intervenção na família é, pois, guiada por alguns  princípios  orientadores:

  • Família como um sistema;
  • A individualidade de cada família;
  • Clima relacional de confiança;
  • Envolvimento todos os elementos da família;
  • Valorização das competências e capacidades.

As famílias podem ser apoiadas em:

  • Consultas de acolhimento, de orientação e aconselhamento individual;
  • Consultas/sessões terapêuticas (individuais);
  • Sessões de orientação e aconselhamento familiar individualizadas;
  • Sessões temáticas com grupos de pais (podendo ser abertas à comunidade);
  • Sessões de auto-ajuda em pequeno grupo;
  • Ações de formação parental;
  • Ações partilhadas entre pais e filhos.

 

A Casa da Praia foi muito importante para a família toda. Eu vim cá com a minha filha. […] Ela sempre pensou que eu estava contra ela… mas agora viu que não era verdade. Até já fez um curso e arranjou trabalho. Eu também já mudei um bocadinho e sinto que as responsabilidades são maiores. (avó de criança apoiada na C. Praia) 
"É necessário dar atenção a quem pede […] É um trabalho que exige aprender com eles (pais) a sua linguagem, a sua experiência…para evitar o falhanço das boas intenções” (J. Santos, 1988).

 

 

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Público Alvo

O Centro Doutor João dos Santos – Casa da Praia destina-se ao apoio a:

  • Famílias com crianças e jovens em risco psicossocial;
  • Crianças com dificuldades importantes no plano da integração social e escolar, por problemáticas do foro emocional e ou comportamental, sem resposta psicopedagógica nos recursos da comunidade, com idades entre os 5 e os 12 anos.

Como finalidade última pretende-se prevenir a retirada da criança/jovem do seu meio natural de vida e prevenir o risco da sua evolução para percursos de exclusão social, familiar e ou escolar, ou para quadros psicopatológicos mais graves (exclusão social e escolar, delinquência, dependências…). Em suma, procura-se atuar numa perspetiva reparadora e preventiva.


“O meu filho está melhor desde que a minha mulher está a ser tratada na Casa do Sol.” (pai de uma criança apoiada na CPraia)

A Área geográfica de intervenção abrange as freguesias de:

  • Alcântara
  • Ajuda
  • Belém
  • Campolide 
  • Outras, em situações excecionais.

 

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Funcionamento | Organização

 

O Centro Doutor João dos Santos- Casa da Praia funciona de 2ª e 6ª feira, entre as 8h30 e as 17h30, em horário contínuo e está aberto todo o ano.

 

Tem capacidade para um acompanhamento anual de um máximo de 100 famílias e uma média de 60 crianças.

 

O trabalho da Casa da Praia, tem como suporte, uma equipa multidisciplinar, formada por técnicos com formação diversa e, definida como “ conjunto de pessoas que, tendo funções e habilitações diferentes discute, periodicamente, o mesmo caso de forma a aferir pontos de vista, não só técnicos, mas também afetivos” (Casa da Praia – o Psicanalista na escola, 1988)

 

A equipa é formada por Técnico de Serviço Social, Psicólogo, Psicomotricista, Educadores e Professores Especializados. Tem supervisão semanal de médico pedopsiquiatra e supervisão mensal, de médico pedopsiquiatra/ terapeuta familiar

 

É em equipa que se definem as hipóteses de intervenção e se elaboram ou reformulam os projetos adequados a cada situação, tendo sempre em conta outros parceiros intervenientes. Todos, na sua especificidade, são indispensáveis para uma visão global sobre a criança, a família e os contextos em que se insere.

 

Na Casa da Praia procura-se, criar um clima de acolhimento, em que a família e a criança sintam que existe um interesse real por si, enquanto pessoas, apostando nas suas capacidades e não nas dificuldades ou insuficiências, proporcionando um espaço de reflexão e encontro que permita a (re)construção da auto-imagem, a confiança e reforço das suas potencialidades. 

O trabalho quotidiano com as famílias e as crianças desenvolve-se numa dinâmica relacional de respeito pelo ser e saber de cada, no respeito pela sua individualidade e  matriz sociocultural.

 

1. Os pedidos de intervenção podem ser efetuados por:

 

- Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), cujas medidas de promoção e proteção recomendam apoio especializado de natureza psicossocial ou psicopedagógico.

- Equipas de Apoio aos Tribunais de Lisboa (EATL), ou outras instituições similares;

- Serviços da Comunidade (Educação, Saúde, Santa Casa da Misericórdia), com crianças a frequentarem estabelecimentos de ensino do pré-escolar e/ou 1º Ciclo, em situação de risco, dentro das respostas prestadas pela Casa da Praia.

- Serviços de saúde (Centros de saúde da área geográfica de intervenção e Departamentos de Pedopsiquiatria do Hospital São Francisco Xavier e do Hospital D. Estefânia);

- Famílias;

-  Entidades públicas ou privadas da área geográfica em que se insere a Instituição.

 

 

2. Processo de admissão:

 

  1. Pedido formal à Casa da Praia;
  2. Avaliação Inicial 
  3. Entrevista de acolhimento à família 
  4. observação psicopedagógica à criança, sinalizada.
  5. Análise e discussão dos dados recolhidos em equipa, com supervisão pedopsiquiátrica ;
  6. Formulação da hipótese diagnóstica e do projeto de intervenção;

 

3. Apresentação e Discussão do projeto de intervenção junto da família,

 

A Implementação do Projeto de Intervenção implica a elaboração de um Plano Individual de Apoio à Família (PIAF), com a sua concordância e de forma articulada com outros serviços e recursos da comunidade implicados.

 

A reavaliação do PIAF realiza-se, periodicamente,  com todos os intervenientes e, quando necessário, com supervisão clínica.

 

 

 

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